O que é o preço típico
É o preço que o produto teve por mais tempo nos últimos 14 dias, segundo o nosso próprio acompanhamento. Quando um card mostra um preço riscado, é o preço típico, nunca o "de" que a loja escreveu.
Um exemplo
Um fone custou R$ 100 por 12 dias, subiu para R$ 150 por 2 dias e hoje está a R$ 79. O preço típico é R$ 100, porque foi o que valeu na maior parte do período. A queda real é de 21%. Se a loja anunciar "de R$ 150 por R$ 79, 47% OFF", o Descontinho continua dizendo 21%.
Por que não a média
Uma média é puxada por qualquer pico: duas horas a um preço absurdo já inflariam o "antes" e fabricariam um desconto. O preço típico é uma mediana pesada pelo tempo: cada preço pesa pelas horas em que valeu, não pelo número de vezes que o lemos. Um preço que durou menos da metade do período não vira o típico.
Por que não o "de" da loja
O "de" é escrito pela própria loja e ninguém confere. Medimos em milhares de anúncios: no meio da lista, o "de" é 36% maior que o preço cobrado, e em 1% deles é mais que quatro vezes o preço. Um número desses parece preciso e engana mais do que não mostrar número nenhum.
Quando ainda não há preço típico
Precisamos de pelo menos 7 dias de acompanhamento para chamar um valor de típico. Antes disso, a página do produto mostra só o preço e o gráfico que já existe. Também não chamamos de queda uma diferença menor que 5%.
E o "menor preço em N dias"?
É outra medida do mesmo histórico: há quantos dias o produto não ficava com o preço igual ou abaixo do de hoje. Se o preço de hoje nunca tinha aparecido, N é o tempo inteiro que acompanhamos o produto, e nada além disso.
O golpe da véspera
Às vezes a loja sobe o preço por uma ou duas semanas e, no dia da promoção, volta ao que cobrava antes. Se a alta durou o bastante, ela vira o típico e a volta parece queda. Por isso conferimos também se o produto já teve o preço de hoje pouco antes da alta: se teve, não é promoção, e a página avisa com as datas. Mais detalhes em Como funciona.